Sem citar o nome do deputado federal Gustavo Gayer (PL), o senador Vanderlan Cardoso (PSD) disse nesta sexta-feira (17/4) que sua campanha à reeleição vai girar em torno do trabalho que afirma ter realizado ao longo de sete anos e meio de mandato. Segundo ele, a estratégia é se diferenciar do principal adversário, apontado por pesquisas, e reforçar que sua trajetória não tem ligação com escândalos ou ações policiais.
O pré-candidato conta com o segundo voto da base caiadista para o Senado, ao lado de Gracinha Caiado (União). Durante a campanha, ele pretende destacar sobretudo as emendas ao Orçamento do governo federal e os benefícios obtidos para municípios goianos, especialmente por meio da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba).
“A estratégia é mostrar o nosso trabalho, porque tem muita gente que não sabe ainda o tanto que o senador Vanderlan tem trabalhado pelo Estado de Goiás. O senador Vanderlan não se dedicou a fake news, não vive de enganação com a população”, afirmou, durante evento de entrega de máquinas e equipamentos a produtores de 13 municípios, em Goiânia.
“Nós temos trabalhado esses sete anos e alguns meses com muita dedicação ao Estado de Goiás. O senador Vanderlan não tem nenhum escândalo nos 21 anos de política. Nós temos parlamentar aí que está envolvido até o pescoço com a Justiça”, acrescentou o senador, sem citar o nome do adversário. Entre os postulantes ao Senado, o deputado federal do PL foi alvo de operação da Polícia Federal em outubro de 2024 e indiciado em dezembro de 2025 por suspeita de desvio de verbas da cota parlamentar.
“É baculejo da Polícia Federal, é envolvimento com tanta coisa. Nós tivemos agora aí mais um baculejo da Polícia Federal com relação à saúde. Quando for apurar, tem parlamentar envolvido. O senador Vanderlan não tem isso”, disse.
‘Não somos parlamentar de rede social, somos parlamentar de trabalho’
Para Vanderlan, o momento da disputa é de busca por informações sobre a ficha, o currículo e a atuação dos pré-candidatos. Ele afirmou que o eleitor tende a comparar quem já foi parlamentar, o que fez pelo Estado e qual foi a sua prestação de serviço.
“Quando a população começa a observar isso tudo, chegando próximo da eleição, aí aparece o nosso nome. Volto a falar, não somos parlamentar de rede social, não somos parlamentar de frase de efeito, nós somos parlamentar de trabalho. E o povo começou a observar isso, como foi em 2018, quando chegamos em primeiro lugar, com quase 200 mil votos em cima do segundo colocado”, afirmou.
Mesmo com dificuldades e, segundo ele, até com “fogo amigo”, o senador disse que vem alcançando, em média, 30% das intenções de voto.
“Então isso é só Deus mesmo para fazer isso, a parceria com a população e trabalho, dedicação”, finalizou.
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