ANA CORA LIMA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS)
O discurso de que o enredo “Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil” não é uma campanha política e sim uma homenagem a uma figura pública estava alinhado entre os componentes da Acadêmicos de Niterói antes do ensaio técnico na Sapucaí nesta sexta-feira (6). Mas bastou a chegada da primeira-dama Janja para a situação mudar.
Apesar das orientações da diretoria da agremiação para evitarem o uso de máscaras, bótons e bandanas, muitos componentes exibiram seus acessórios na avenida. O “L” de Lula também foi visto entre os desfilantes. “Isso é uma bobagem. Atuar, viver e desfilar são formas de política. O homem é um ser político”, afirmou Paulo Betti que confirmou participação no desfile oficial no domingo (15).
Já Chico Diaz destacou a história de um vencedor. “A história desse homem é de superação, de luta. Precisa ser contada em uma festa popular como o Carnaval.”
Acompanhada de amigos como Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, e Renê Silva, fundador e editor-chefe do jornal Voz das Comunidades, Janja sambou e cantou o samba da escola.
Não deu entrevistas, mas cumprimentou vários integrantes. Ficou boa parte do ensaio no início do setor 4 e no finalzinho entrou na ala dos Amigos do Lula com Julia Lemmertz, António Pitanga, Ernesto Piccolo, Nando Cunha, Dadá Coelho, entre outros.










