‘Tiramos as finanças da prefeitura de Goiânia da UTI’, diz Valdivino

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‘Tiramos as finanças da prefeitura de Goiânia da UTI’, diz Valdivino

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O secretário da Fazenda de Goiânia, Valdivino de Oliveira, afirmou nesta segunda-feira (16/3), durante prestação de contas na Câmara Municipal, que o controle de gastos foi fundamental para o equilíbrio das contas do município e garantia o direcionamento dos recursos as finalidades previamente definidas pela atual gestão. Ele acompanhou o prefeito Sandro Mabel na audiência pública com vereadores.

Ao responder questionamentos dos parlamentares, Valdivino confirmou que o trabalho feito ao longo de 2025 promoveu a recuperação do equilíbrio das contas públicas, ampliação dos investimentos em mais de 56% e fortalecimento da capacidade de aplicação de recursos em áreas estruturantes.

Segundo o secretário, mesmo empenhando despesas de 2024, em 2025 a prefeitura gastou -7,44% em termos reais em despesas correntes, ou seja, a gestão atual pagou dívidas herdadas recuperando a saúde financeira do município.

“Tiramos as finanças da Prefeitura de Goiânia da UTI e esperamos que continuem sempre sadias, beneficiando toda a cidade”, destacou Valdivino, durante a audiência, em que fez uma análise detalhada das metas fiscais, receitas, despesas e indicadores de desempenho da capital.

Valdivino fez uma análise detalhada das metas fiscais, receitas, despesas e indicadores de desempenho da capital

Para a Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz), a diretriz da gestão pode ser sintetizada em uma premissa central: responsabilidade fiscal como instrumento para ampliar investimentos e melhorar a cidade.

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A administração municipal encerrou o último quadrimestre de 2025 com R$ 1,2 bilhão em disponibilidade de caixa. Um dos principais destaques das contas de 2025 foi o crescimento da receita municipal. A arrecadação total da prefeitura atingiu R$ 10,02 bilhões, avanço de 9,64% em relação a 2024 e 5,16% acima da inflação no período. O resultado marca um novo patamar histórico para as finanças da capital.

Mesmo com o ajuste fiscal rigoroso, o município investiu R$ 1,3 bilhão na saúde, correspondente a 21,55%, e a Educação totalizou R$ 1,58 bilhão, equivalente a 25,83%, e alcançou a maior economia da história de Goiânia, R$ 1,206 bilhão.

“O resultado orçamentário positivo de R$ 583,2 milhões entre receitas e despesas aponta o controle dos gastos, reflexo da nova política fiscal implementada em 2025 que reverteu o cenário de déficit de herdado pelo exercício anterior”, informou a prefeitura.

Segundo a Sefaz, mesmo empenhando despesas de 2024, em 2025 gastou-se -7,44% em termos reais em despesas correntes

Em 2024, a receita foi de R$ 9,145 bilhões enquanto a despesa atingiu R$ 9,534 bilhões. Já em 2025, a receita alcançou R$ 10,026 bilhões e superou a despesa, que ficou em R$ 9,443 bilhões. Comparado com 2024 a execução foi 5% menor, números que apontam que o controle de gastos foi fundamental para o equilíbrio e garantia o direcionamento dos recursos as finalidades previamente definidas pela atual gestão.

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“Mesmo empenhando despesas de 2024, em 2025 gastou-se -7,44% em termos reais em despesas correntes, ou seja, a gestão atual pagou dívidas herdadas recuperando a saúde financeira do município”, diz a Sefaz.

Receitas próprias têm aumento de 15,61%

De acordo com o Relatório de Metas Fiscais, as receitas próprias municipais cresceram 15,61%, passando de R$ 4,57 bilhões em 2024 para R$ 5,29 bilhões em 2025, um aumento de R$ 713,9 milhões. O desempenho foi impulsionado principalmente pela evolução dos principais tributos municipais, com destaque para ISS (serviços), IRRF (renda de pessoa física), IPTU (imóveis) e ITBI (transmissão de imóveis), além da ampliação das receitas de taxas.

Além disso, a relação entre a Dívida Consolidada Líquida (DCL) e a Receita Corrente Líquida (RCL) caiu de 11,30% em 2024 para 8,06% em 2025. O índice permanece muito abaixo do limite de 120% estabelecido pelo Senado Federal, uma ampla margem de segurança fiscal e solidez nas finanças municipais. A despesa com pessoal no exercício de 2025 foi de 45,97%, número inferior aos 54% indicados pela LFR.

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