FELIPE GUTIERREZ
FOLHAPRESS
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou nesta sexta-feira (30) que deixará a pasta até o dia 30 de março e que será candidata na eleição deste ano, mas ainda não há decisão sobre o cargo ao qual vai concorrer.
Ela disse que conversou com o presidente Lula (PT) sobre uma candidatura ao Senado e indicou que não deve tentar o Governo de São Paulo.
“Eu entendo que São Paulo tem dois nomes de peso relevantes, importantes, que têm condições de performar muito bem e de levar inclusive [as eleições] para um segundo turno, que são o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o vice-presidente Geraldo Alckmin.”
O nome de Tebet tem sido cotado para a disputa estadual contra Tarcísio de Freitas (Republicanos) em meio à resistência de Haddad de disputar a eleição e a preferência de Alckmin por seguir como vice de Lula.
Por ora, afirma Tebet, a única certeza é que ela deixará o ministério e será candidata “a alguma coisa” e que nas discussões falou-se sobre a possiblidade de sair pelos estados de São Paulo ou do Mato Grosso do Sul.
Segundo Tebet, não foi feito nenhum acerto ainda e estão programadas novas conversas antes do Carnaval. “Não discutimos mudança partidária, não discutimos cargos, não discutimos nem Governo do Estado de São Paulo” afirmou.
Ela disse que, no passado, o PSB chegou a fazer um convite para que ela ingressasse na sigla.
A ministra participou de um evento no Insper para lançar um observatório de qualidade do gasto público.
Passado o ciclo eleitoral deste ano, afirmou, haverá uma oportunidade para controlar os gastos do governo, o que não foi possível fazer em 2022.










