Em entrevista ao podcast Domingos Conversa nesta segunda-feira (27/4), o ex-presidente da Goinfra (Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes) e pré-candidato a deputado federal, Pedro Sales, analisou o cenário sucessório para o Senado em 2026. Para ele, a ex-primeira-dama de Goiás Gracinha Caiado (União Brasil) já reúne condições políticas sólidas para a disputa, enquanto a segunda cadeira da chapa segue como uma incógnita.
Ao avaliar o panorama eleitoral em Goiás, Sales destacou o peso do trabalho social liderado por Gracinha. Segundo ele, a capilaridade das ações sociais deve gerar um efeito de reconhecimento direto nas urnas.
“Acredito piamente que haverá um reconhecimento do nome da nossa primeira-dama pelo trabalho gigante que ela realizou”, afirmou ao jornalista Domingos Ketelbey.
A análise reforça a tese de que o grupo governista possui protagonismo natural em uma das vagas. No entanto, Sales evitou projeções definitivas sobre a segunda cadeira em disputa.
“A outra vaga está aberta, não dá para cravar”, ponderou.
Quatro nomes e uma vaga
Entre os nomes competitivos citados por Sales estão o senador Vanderlan Cardoso (PSD), o deputado Zacharias Calil (União Brasil), o ex-presidente da Agehab Alexandre Baldy (PP) e o deputado federal Gustavo Gayer (PL).
Sales observou que, enquanto Vanderlan se apoia no perfil municipalista e Gayer consolida sua força no campo conservador/bolsonarista, nomes como Calil mantêm resiliência nas pesquisas e Baldy aparece como um player capaz de surpreender na articulação.
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