Novo ministro da Justiça de Lula muda três secretarias e inicia conversa com Judiciário e Congresso

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Novo ministro da Justiça de Lula muda três secretarias e inicia conversa com Judiciário e Congresso

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RAQUEL LOPES E CATIA SEABRABRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, promoveu mudanças no comando de mais três secretarias da pasta. Nesta quarta-feira (28), ele também inicia uma agenda de encontros com membros do Judiciário e do Congresso.

Entre as alterações, o ministro indicou o jurista Paulo Modesto para chefiar a Secretaria de Assuntos Legislativos, em substituição a Marivaldo Pereira.

Modesto é professor de Direito Administrativo da Universidade Federal da Bahia, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Público e membro do Ministério Público do Estado da Bahia.

Já o advogado e professor Ricardo Morishita Wada foi indicado para assumir a Secretaria Nacional do Consumidor. Ele substituirá o professor Paulo Pereira, que comandava a pasta desde setembro de 2025.

Já o professor e pesquisador Daniel Hirata foi indicado para o cargo de assessor especial do ministro da Justiça. Segundo o ministério, ele deverá contribuir para o fortalecimento de políticas públicas voltadas à prevenção, ao enfrentamento e à compreensão estrutural da criminalidade organizada.

A escolha, de acordo com a pasta, reforça o compromisso do ministério com o aprofundamento de análises qualificadas e a formulação de estratégias baseadas em evidências para o combate ao crime organizado no país.

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O ministro já havia anunciado, na última semana, a indicação de Chico Lucas para o cargo de secretário Nacional de Segurança Pública.

O ministro da Justiça também inicia nesta quarta-feira (28) um calendário de reuniões com representantes do Judiciário, Congresso de instituições da área de segurança pública do país.

Os primeiros encontros serão com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. O objetivo, segundo a pasta, é fortalecer o diálogo institucional e a cooperação entre os Poderes da República.

Em fevereiro, o ministro também deverá se reunir com conselhos de órgãos de segurança, entre eles o Consesp (Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública).

As agendas, de acordo com o ministério, reforçam o compromisso da pasta com a interlocução permanente e o respeito à harmonia entre as instituições.

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