Trump exalta mandato em meio a queda de aprovação e emails de Epstein

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Trump exalta mandato em meio a queda de aprovação e emails de Epstein

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FOLHAPRESS

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exaltou, nesta quinta-feira (20), os dez primeiros meses de seu segundo mandato à frente do país. A declaração se dá em meio à queda para 38% da aprovação do governante, segundo pesquisa Reuters/Ipsos, e da investigação sobre o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein.

“De acordo com a maioria, ‘Um dos melhores dez primeiros meses de mandato de um presidente na história dos EUA.’ Obrigado!”, publicou Trump em sua rede Truth Social, sem citar na postagem uma fonte para a afirmação.

O levantamento da Reuters/Ipsos, feito de 14 a 17 de novembro, surge num momento em que o controle de Trump sobre o Partido Republicano mostra sinais de enfraquecimento. A pesquisa aponta ainda que os americanos estão insatisfeitos com a gestão do custo de vida nos EUA.

A Câmara dos Representantes, controlada pelos governistas, votou na última terça uma medida que força a divulgação de arquivos do Departamento de Justiça sobre Epstein —texto que Trump se opôs por meses. O presidente recuou de seu posicionamento no domingo (16), enquanto os parlamentares se preparavam para seguir em frente sem ele.

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A pesquisa mostrou que a aprovação geral de Trump caiu dois pontos percentuais desde levantamento feito no início de novembro.

Trump iniciou seu segundo mandato com 47% dos americanos aprovando seu desempenho. A queda de nove pontos percentuais desde janeiro deixou sua popularidade geral próxima das mínimas registradas durante seu primeiro mandato e também perto dos índices mais baixos obtidos por seu antecessor na Casa Branca, o democrata Joe Biden.

A taxa de aprovação de Biden chegou a cair para 35%, enquanto a de Trump foi para 33% em seu primeiro mandato.
Neste segundo mandato, o presidente tem sido impactado também pela percepção de que não está fazendo o suficiente para ajudar as famílias com as despesas do dia a dia. Apenas 26% dos americanos dizem que Trump está fazendo um bom trabalho no controle do custo de vida, queda de três pontos percentuais em relação aos 29% registrados no início deste mês.

O ritmo da inflação se mantém alto para os padrões históricos desde que Trump assumiu o cargo em janeiro, com os preços ao consumidor nos EUA subindo 3% em 12 meses até setembro, mesmo com o enfraquecimento do mercado de trabalho. Cerca de 65% dos entrevistados —incluindo um em cada três republicanos— desaprovam o desempenho de Trump em relação ao custo de vida.

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A principal medida econômica de Trump tem sido o aumento dos impostos sobre produtos importados, numa tentativa de impulsionar a indústria manufatureira americana, mas muitos economistas acreditam que essa política levou ao aumento dos preços.

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