As eleições deste domingo (4) renovaram dois terços do Senado Federal e elegeram 54 senadores para mandatos de oito anos, de 1º de fevereiro de 2027 a 31 de janeiro de 2035. O PL foi o partido que mais conquistou cadeiras, com 19 senadores eleitos, e passará a ter a maior bancada da Casa, com 28 integrantes, considerando também os parlamentares que seguem em exercício.
Entre os eleitos, 12 são mulheres, o maior número desde a redemocratização. Com isso, a bancada feminina deve passar das atuais 15 para 18 integrantes a partir de 2027, considerando também suplentes que estejam no exercício do mandato. O Distrito Federal também marcou um recorde ao eleger duas mulheres para o Senado na mesma eleição, com Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL.
Além delas, foram eleitas Mara Rocha (Republicanos), Marina JHC (PSDB), Rayssa Furlan (Podemos), Luizianne Lins (Rede), Gracinha Caiado (União), Marília Campos (PT), Marília Arraes (PDT), Samanda de Lula (PT), Teresa Surita (MDB) e Carol de Toni (PL). Na disputa desta eleição, nenhuma das atuais senadoras que concorriam a novo mandato conseguiu a reeleição.
Pelo resultado consolidado, o MDB elegeu sete senadores e o PT, seis. PP, PSB, União Brasil e Novo fizeram três cadeiras cada. Republicanos, PSD, PSDB e Podemos conquistaram duas vagas cada, enquanto Rede e PDT elegeram um representante. A composição também mantém, entre os estados, o Pará com Helder Barbalho (MDB) e Chicão (União), que assumirão o mandato no próximo ciclo.
A votação definiu ainda a renovação de 54 das 81 cadeiras do Senado, o equivalente a dois terços da Casa. Os outros 27 senadores, eleitos em 2022, seguem no mandato até 2031.
Com informações da Agência Brasil










