O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (1º) que manterá as políticas sociais e de ampliação da educação pública, apesar da oposição de setores tradicionais. A declaração ocorreu durante entrevista ao podcast Flow.
Lula rebateu críticas sobre demarcação de terras quilombolas e incentivo ao ingresso de filhos de trabalhadores no ensino superior. Ele declarou que a resistência de grupos contrários não vai interromper as medidas de inclusão voltadas à população de baixa renda.
Ao tratar do ensino técnico, o presidente ressaltou o crescimento da estrutura federal. Lula disse que o país contava com 140 institutos federais anteriormente e que a rede chegará a 802 unidades neste ano, tendo como meta final alcançar mil escolas.
O presidente também apontou preconceito contra a aplicação de verbas públicas em programas sociais e em obras fora do eixo Centro-Sul. Ele citou iniciativas como o Bolsa Família, o Luz para Todos, a Transnordestina e a transposição do Rio São Francisco.
Para reduzir as disparidades entre as unidades da federação, Lula defendeu a descentralização de aportes em inovação tecnológica. “Eu quero tornar o Brasil igualitário. Eu quero que os estados tenham a mesma oportunidade”, disse, ao mencionar a instalação de supercomputadores no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Norte, além de um equipamento quântico na Paraíba.










