Cotado para vice-governador, o ex-deputado federal José Mário Schreiner afirma que a escolha do vice na chapa do pré-candidato ao governo de Goiás Daniel Vilela (MDB) só deve ocorrer em julho, perto das convenções partidárias. Presidente do Sistema Federação da Agricultura de Goiás e de outras entidades classistas, ele diz que ainda não há definição sobre a composição da chapa e que a decisão será tomada mais adiante, como já indicaram o governador Ronaldo Caiado e o próprio Daniel.
Filiado ao PSD a convite de Caiado, Zé Mario diz que a mudança partidária também foi feita para atender às exigências da legislação eleitoral. Ele lembrou que precisa deixar os cargos que ocupa em entidades classistas até o dia 4 de abril para ficar apto a disputar as eleições de outubro.
“Não há nada definido sobre o vice. O governador Ronaldo Caiado e o próprio Daniel Vilela já têm falado que isso vai ser discutido lá na frente, em junho, em julho, por conta das convenções. Então não há uma definição exata”, ponderou.
Ao comentar o cenário interno da disputa, Zé Mario disse que a política muda rapidamente e que não existe jogo fácil ou difícil nessa etapa de articulação. Para ele, quem deseja disputar qualquer cargo eletivo precisa estar preparado e cumprir todas as exigências da lei.
“Veja bem, a política é muito dinâmica, ela muda de um dia para outro. O importante é que as pessoas que se dispuserem a propor seu nome a disputar qualquer cargo eletivo estejam preparadas para isso”, afirmou.
Ele destaca ainda que a filiação partidária faz parte do ritual necessário para quem pretende concorrer.
“Então você tem que cumprir um ritual, e esse ritual precisa ser cumprido. Agora, isso não quer dizer que haja uma demora ou não”, avaliou.
Zé Mario também disse que a definição da vaga de vice deve considerar pesquisas qualitativas.
“As coisas foram colocadas claramente pelo governador e essa decisão vai ser tomada levando-se em conta pesquisas qualitativas”, pontuou.
Na avaliação do ex-deputado, não existe um perfil único de vice, mas alguém que complemente o candidato principal.
“O vice vem suprir essas lacunas. Esse é o meu entendimento. Não existe praticamente uma pesquisa do vice. Então, esse que é o ponto que a gente precisa observar. O vice precisa ocupar essas lacunas ou as características. Uma chapa se compõe dessa forma”, finalizou.
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