Mulher é detida pela GCM após agredir médica em UPA de Aparecida

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Mulher é detida pela GCM após agredir médica em UPA de Aparecida

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Uma mulher foi detida pela Guarda Civil Municipal de Aparecida de Goiânia após agredir uma médica dentro da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Parque Flamboyant, na região leste da cidade. O incidente ocorreu na noite desta terça-feira (25/11). A paciente, irritada por ter perdido sua vez no atendimento, direcionou sua fúria contra a profissional de plantão.

De acordo com o registro de ocorrência e o relato da vítima, a situação começou quando a mulher não atendeu a cinco chamadas, feitas tanto pelo painel eletrônico quanto por aviso verbal. Minutos depois, ela procurou a médica diretamente na enfermaria, onde a profissional preparava a internação de outra paciente, e questionou se seu nome havia sido chamado. A médica então orientou que ela retornasse à recepção para ser atendida pelo médico responsável naquele momento.

Diante da orientação, a mulher se exaltou. Ela bloqueou a porta, impedindo a circulação da profissional, e passou a exigir atendimento imediato. A paciente também proferiu ameaças e, ao tentar impedir que a médica retornasse ao consultório, partiu para a agressão física.

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A agressão foi realizada com duas cabeçadas na região do rosto da médica. A GCM de plantão foi acionada imediatamente, contendo a agressora e impedindo a continuidade da violência. A ação dos guardas garantiu a segurança da equipe e permitiu a retomada dos atendimentos na unidade.

Em seguida, uma viatura conduziu a suspeita ao 4º Distrito Policial, no Setor Garavelo, onde o caso foi formalizado. O episódio foi enquadrado como lesão corporal grave, conforme o Art. 129, §1º, inciso I, do Código Penal. A médica passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal, e as investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil.

Segundo a prefeitura de Aparecida, a mulher que agrediu a médica cumpre pena em regime semiaberto por homicídio. De acordo com sua ficha criminal, ela deveria portar tornozeleira eletrônica, dispositivo que não foi encontrado no momento da prisão.

A administração municipal reforçou que as unidades de urgência e emergência contam com videomonitoramento, botão de pânico e presença de guarda civil de plantão. Essas medidas visam garantir maior segurança às equipes e pacientes.

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A prefeitura reafirma que não tolera qualquer forma de violência contra profissionais de saúde. Todas as situações dessa natureza serão tratadas com o devido rigor.

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