PC cumpre em Goiás e no Rio mandados contra célula de facção criminosa

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PC cumpre em Goiás e no Rio mandados contra célula de facção criminosa

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A Polícia Civil de Goiás cumpriu nesta terça-feira (18/11) mandados de prisão e busca em Goiás e no Rio de Janeiro durante a Operação Reincidentes. A ação mira uma célula do Comando Vermelho responsável pelo abastecimento de pontos de venda de drogas em vários pontos de Goiânia.

O delegado Francisco Costa afirmou que o grupo atuava no fornecimento de entorpecentes para áreas como Parque Amazônia, Setor Rodoviário, Coimbra, Campinas e Pedro Ludovico. A operação resultou na prisão de seis pessoas em Goiânia e uma em Barro Alto, além de ações nos municípios fluminenses de São Pedro da Aldeia e Cabo Frio.

Policiais civis cumprem mandados contra integrantes da facção criminosa em Goiás

Foram cumpridos dez mandados de prisão temporária e treze de busca e apreensão. Durante as diligências, foram apreendidas duas armas de fogo, drogas prontas para venda, celulares e outros objetos utilizados no tráfico.

A maioria dos presos possui passagens pela polícia, conforme destacou o delegado. Um dos detidos estava usando tornozeleira eletrônica no momento da captura.

Dois investigados apontados como líderes do grupo morreram durante a Operação Contenção, realizada dia 28 de outubro no Rio de Janeiro, quando foram mortos 117 suspeitos e 4 policiais. Eles coordenavam as ações criminosas diretamente dos Complexos da Penha e do Alemão.

As investigações revelaram que desde 2023 a organização suprimia pontos de drogas na capital goiana e fornecia armas para outros criminosos. O grupo age com extrema violência contra rivais e é suspeito de pelo menos três homicídios ocorridos em 2023 e 2024.

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A polícia identificou doze integrantes da facção, incluindo lideranças, responsáveis pela movimentação financeira e vendedores de drogas. A maioria possui extensa ficha criminal pelos mesmos crimes investigados.

Foram localizados dois imóveis na Região dos Lagos fluminense, usados como base de apoio para as atividades criminosas. As investigações continuam para identificar outros membros da organização.

A defesa dos presos não foi localizada para manifestação. A operação contou com apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro através de suas delegacias em São Pedro da Aldeia e Cabo Frio.

PF cumpre mandados contra descaminho em Goiânia e outros estados

A Polícia Federal cumpriu mandados em Goiânia nesta terça-feira (18) como parte da Operação Escolta. As diligências na capital visavam uma organização criminosa transnacional envolvida em descaminho de celulares.

A operação foi deflagrada simultaneamente em outros estados, totalizando 12 municípios. Em Goiânia, os alvos foram uma loja de eletrônicos no Setor Campinas e a residência do proprietário.

Os mandados de busca e apreensão em Goiânia foram expedidos pela Justiça Federal de Foz do Iguaçu, onde as investigações tiveram início. A ação contou com o apoio da Receita Federal.

Apreensão de objetos em camelódromo de Goiânia: ação faz parte da Operação Escolta, que mira organização acusada também de lavagem de dinheiro e tráfico de armas

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A Operação Escolta investiga um grupo acusado de descaminho, lavagem de dinheiro e tráfico internacional de armas. Os celulares de alto valor eram provenientes do Paraguai.

Foram cumpridos 35 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão preventiva em todo o país. A Justiça também determinou o sequestro de bens estimados em R$ 57 milhões.

As investigações, conduzidas entre 2024 e 2025, revelaram que as mercadorias ingressavam irregularmente pela Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu. Eram utilizadas rotas variadas com motoqueiros, veículos com fundos falsos e trechos fluviais.

Após a entrada no Brasil, os eletrônicos eram armazenados em um hotel e depois em residências de alto padrão. Em seguida, seguiam para centros consumidores em caminhões com compartimentos ocultos.

A PF registrou 16 ocorrências de apreensão durante o período investigado, totalizando mais de R$ 13 milhões em eletrônicos. Um dos alvos movimentou sozinho mais de R$ 50 milhões em celulares em menos de um ano.

O grupo utilizava escoltas armadas e dispositivos de contrainteligência. Empregava um equipamento de raio X para verificar se os aparelhos continham rastreadores, que eram removidos se identificados.

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