Fávaro: Objetivo é captar recursos internacionais para recuperação de áreas degradadas

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Fávaro: Objetivo é captar recursos internacionais para recuperação de áreas degradadas

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Brasília, 17 – O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse que uma das estratégias da pasta na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) é captar recursos internacionais para a recuperação de pastagens degradadas. “A estratégia é mostrar o arranjo produtivo, para onde vamos crescer, apresentar os programas para o futuro (da agropecuária), sempre com o objetivo de captar recursos internacionais para que possamos recuperar as áreas degradadas, investir na agricultura familiar, investir na produção sustentável, investir em bioinsumos e investir na modernização”, afirmou Fávaro a jornalistas, nos bastidores da AgriZone, em Belém.

Um dos projetos alvo das investidas de captação de recursos pelo ministério é o programa Caminho Verde Brasil, que prevê a recuperação e conversão de 40 milhões de hectares de pastagens degradadas em áreas produtivas em dez anos, com custo estimado de US$ 120 bilhões. O programa será apresentado na AgriZone e na BlueZone, área de negociações diplomáticas da COP. Amanhã, o ministério assinará um convênio de cooperação técnica com a Embrapa e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), voltado à cooperação e investimentos para recuperação de pastagens.

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Fávaro afirmou ainda que há também a intenção de captação de recursos internacionais para ampliação e disseminação da pesquisa agropecuária, desenvolvida pela Embrapa, pelos países tropicais. “É uma COP que temos a oportunidade de mostrar também ao mundo o modelo produtivo da agropecuária brasileira. Isso é muito relevante, com a certeza de que todos vão levar a impressão verdadeira de que o Brasil é um grande player na produção de alimentos e energias com responsabilidade ambiental”, defendeu o ministro.

De acordo com Fávaro, a agropecuária brasileira vai mostrar na COP as práticas adotadas até o momento e que a tornaram líder mundial na produção de alimentos e também os caminhos para o futuro aliando produção de alimentos, sustentabilidade e tecnologia na produção. “Afinal de contas, não há contradição. Produzir e preservar é fundamental, porque um dos grandes ativos da produção de alimentos é o clima. O agro veio aqui para desmistificar a forma como os produtores brasileiros produzem e mostrar ao mundo que a imensa maioria dos produtores têm boas práticas”, afirmou.

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Estadão Conteúdo

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