Desarmamento, nacionalização do combate ao crime: temas tabus no debate sobre segurança

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Desarmamento, nacionalização do combate ao crime: temas tabus no debate sobre segurança

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Em 2003, foi aprovado no Brasil o Estatuto do Desarmamento. Durante um tempo, armas particulares das pessoas chegaram a ser recolhidas. Mas em 2005, houve um referendo popular e a sociedade brasileira decidiu que devia ter o direito a ter suas próprias armas.

De lá para cá, porém, esse armamento particular multiplicou-se, especialmente durante o governo Jair Bolsonaro. Há hoje no Brasil mais de 800 mil pessoas registradas como CACs (Caçadores, Atiradores e Colecionadores). Para se ter uma ideia do tamanho disso, o efetivo do Exército brasileiro é de 360 mil pessoas. E multiplicaram-se também as queixas de Clubes de Tiro, onde treinam os CACs de roubos das suas armas.

O armamento privado alimenta o crime brasileiro? Esse é o primeiro debate interditado. O segundo, se o crime organizado ultrapassa fronteiras, não deveria haver uma rediscussão dos papeis de cada ente da Federação nesse combate? É o segundo tema tabu. Como ultrapassar essa discussão é o que aborda Rudolfo Lago no JBrNews de hoje.

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