A Polícia Civil de Goiás (PCGO) iniciou a etapa estadual de uma operação nacional contra fraudes em bombas de combustível. A ação é coordenada pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon). O objetivo é coibir irregularidades em postos de combustível em todo o estado.
A operação conta com a participação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e do Procon Goiás, além do apoio da Polícia Militar. O trabalho investigativo é executado pela Decon, que realiza as fiscalizações.
Peritos buscam por dispositivos ilícitos, como chips, plugs ou softwares que lesam o consumidor
O foco está na verificação minuciosa das bombas medidoras. Os peritos buscam dispositivos ilícitos, como chips, plugs ou softwares que alteram a medição. Essa prática lesa o consumidor, que recebe menos combustível do que pagou.
“A ação é estratégica para proteger o cidadão goiano e garantir a lealdade do mercado”, explica a polícia. A iniciativa também combate a criminalidade organizada no setor.
Além do prejuízo direto, a fraude compromete o orçamento familiar e a confiança do consumidor. O crime de fraude metrológica é considerado de alta gravidade.
“Os crimes de fraude metrológica e contra as relações de consumo, quando comprovados, são de alta gravidade”, destaca a PCGO. Em caso de manipulação, os responsáveis serão autuados em flagrante.
As penas podem incluir estelionato e crimes contra as relações de consumo. Considerada a gravidade, as penas máximas podem chegar a 15 anos de reclusão.
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